Rodrigo Gurgel

Ensaísta e crítico literário do jornal Rascunho desde 2006, Rodrigo Gurgel é autor de “Muita Retórica – Pouca Literatura (de Alencar a Graça Aranha)”, publicado pela Vide Editorial. Leitor crítico de editoras e agências literárias (presta serviços também a particulares), editor freelance e colunista do site Mídia Sem Máscara, Rodrigo Gurgel escreve, ocasionalmente, para outras publicações, impressas ou na web, como as revistas Dicta & Contradicta e Sibila. Também trabalha como coach literário, assessorando escritores na escrita ou reescrita de suas obras. Jurado do Prêmio Jabuti de 2009 a 2012, Gurgel ganhou notoriedade em 2004, quando foi escolhido como um dos dez vencedores do Concurso de Contos “Caderno 2”, do jornal O Estado de S. Paulo, dedicado aos 450 anos da cidade de São Paulo.
Recent Tweets @rodrigogurgel
Posts I Like
Who I Follow

explore-blog:

The Pace of Productivity - how to master your creative routine.

Simples assim. Mas exige disciplina.

(vía teachingliteracy)

Toda literatura é contemporânea para o leitor que sabe ler.
Se não fores um gênio, não te esforces tanto por parecer um. Os gênios não se esforçam. Eles são. A essência precede a aparência, não o contrário. Quando se começa pelo fim, normalmente é porque não há grande coisa no princípio.
João Pereira Coutinho, sempre lúcido.

image

No momento em que o latim está revivescendo em várias partes do mundo, o professor Rafael Falcón oferece um curso on-line, baseado no inovador método “Reading Latin”, da Universidade de Cambridge, e na tradicional “Gramática Latina”, de Napoleão Mendes de Almeida. Ótima oportunidade para quem deseja ler, em breve espaço de tempo e no original, escritores clássicos como Cícero, Catulo, Virgílio e muitos outros. Assistam ao vídeo e conheçam, em detalhes, a proposta do curso.

explore-blog:

J. K. Rowling’s hand-drawn spreadsheet for Harry Potter and the Order of the Phoenix.

Cada escritor, um método, uma loucura. Em alguns casos, o caminho para ser genial.

(vía fuckyeahmanuscripts)

“Viver uma decadência não nos deve desesperar; é só um problema técnico adicional que o artista deve resolver.” - Cyril Connolly

“Viver uma decadência não nos deve desesperar; é só um problema técnico adicional que o artista deve resolver.” - Cyril Connolly

A radiografia perfeita da nossa época: as minorias e a mídia nos governam (charge da revista Tempi, da Itália).

Julgar é um testemunho da dignidade da crítica. Ela não fica bem nas mãos dos conformistas, dos frágeis, dos amáveis, dos indistintos, dos suaves, dos incolores, dos frívolos, dos snobs.
O que prevalece sob regimes pretensamente igualitários é a fraude. E também o servilismo. Como disse Joseph Brodsky, ao recordar sua juventude na União Soviética, “os quatro anos de Exército (para o qual os homens eram convocados aos dezenove anos) completavam o processo de rendição total ao Estado. A obediência se transformava numa primeira e também numa segunda natureza”.
O gênio de Cervantes descobriu que a literatura, mais que na vida, inspira-se na literatura.